03/09/2026
Toda empresa cria algum controle complementar ao longo do tempo, principalmente quando surge uma necessidade específ**a ou quando determinada informação precisa ser analisada de uma forma diferente.
O problema começa quando esses controles deixam de complementar o ERP e passam a sustentar partes essenciais da operação.
O P*P acontece em uma planilha, compras usa outra para descobrir o que precisa adquirir, o acompanhamento da produção depende de um arquivo próprio e, quando chega o fechamento do mês, alguém precisa reunir informações de diferentes fontes para descobrir o que realmente aconteceu.
Com o crescimento da indústria, esse conjunto de soluções improvisadas tende a aumentar, porque cada nova necessidade encontra um caminho fora do sistema original.
É nesse momento que vale observar se o ERP ainda acompanha a gestão industrial de produção ou se a empresa criou, aos poucos, uma segunda estrutura de gestão ao redor dele.
Uma PME também pode ter uma operação sofisticada, com várias matérias-primas, produtos complexos, terceirizações, rastreabilidade, ordens de fabricação e exigências fiscais. Por isso, um ERP para indústria precisa acompanhar a complexidade dos processos, e não somente o tamanho da empresa.
Se você reconheceu vários desses sinais na sua fábrica, uma avaliação de aderência pode mostrar onde estão os principais gargalos antes que mais controles paralelos sejam criados.
Quantos dos sete sinais aparecem hoje na sua operação?