19/10/2026
Os conteúdos falsificados com recurso à inteligência artificial (IA), conhecidos como deepfakes, estão cada vez mais difíceis de distinguir de materiais autênticos, alertaram especialistas da OpenAI e da Meta durante uma reunião do Comité Consultivo sobre Regras de Provas da Conferência Judicial dos Estados Unidos, realizada em Boston.
Segundo os especialistas, a evolução da IA generativa permite produzir imagens, vídeos e áudios cada vez mais realistas, dificultando a sua identificação tanto por pessoas como por ferramentas informáticas. O avanço representa um desafio para a verificação de provas apresentadas em processos judiciais.
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