Glossário Médico EMSU

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16/11/2020

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BIOLOGIA

QUAIS SÃO OS TIPOS SANGUÍNEOS? COMO SABER A COMPATIBILIDADE SANGUÍNEA?

Redação Beduka29/07/192 Comentários923 Views

Quais são os Tipos Sanguíneos?

Os Tipos Sanguíneos são os quatro tipos de sangue que uma pessoa pode ter. Eles são classif**ados de acordo com a presença e ausência de antígenos e anticorpos. São eles: A+, A-, B+, B-, AB+, AB-, O+ e O-.

Você sabe quais são os Tipos Sanguíneos? Entender esse tema é essencial para se sair bem na prova de Ciências da Natureza e suas tecnologias do ENEM. Pensando nisso, o Beduka preparou esse artigo para te ajudar a se preparar para a prova do ENEM ou de outros vestibulares.

Não deixe de conferir o artigo sobre o Sistema Circulatório Humano.

Nesse artigo vamos falar sobre:

Quais são os Tipos Sanguíneos;Compatibilidade Sanguínea;História dos Tipos Sanguíneos;Fator RH.

Não deixe de conferir nossosexercícios sobre Tipos Sanguíneos!

O que é Tipo Sanguíneo?

O sangue é fundamental para o organismo humano. Ele é responsável por inúmeras tarefas como a manutenção da temperatura corporal, otransporte de gás carbônico,nutrição das células do corpo e combate de doenças por meio dos anticorpos.

O sangue é composto por células chamadas glóbulos vermelhos eglóbulos brancos. Os glóbulos vermelhos são chamados dehemácias, e são as células que transportam o oxigênio para todo o corpo humano.

No entanto, essas hemácias nem sempre são iguais em todos os indivíduos, algumas possuemcomposições diferentes de outras. Chamamos de Tipos Sanguíneos todas as variações de hemácias possíveis: cada tipo de hemácias representa um tipo sanguíneo.

Sistema ABO

Os grupos sanguíneos são resultado da herança genética, exemplo de alelos múltiplos ou poloalelia. No sistema ABO, três genes formam o tipo sanguíneo: IA IB e i. Eles definem sangue tipo A, AB, B e O.

Esses alelos são responsáveis pela presença ou ausência de substâncias presentes na parte externa das células vermelhas, as he

19/03/2019

AQUI ESTÁ MAIS UM TEMA MUITO CHAMATIVO

13/03/2019
24/01/2019

MALFORMAÇÕES CONGÊNITAS

As malformações congênitas estão entre os problemas médicos de prevenção e cura mais difíceis. Decorrentes de causas diversas, afetam músculos, esqueleto, órgãos sensoriais, os sistemas respiratório e nervoso, a circulação e o metabolismo do recém-nascido.
Dá-se o nome de malformações congênitas às anomalias funcionais ou estruturais do recém-nascido, sejam elas manifestas ou latentes.

TIPOS E CAUSAS

Os defeitos congênitos não são resultado de uma única causa. Podem ser devidos à herança genética, a doenças preexistentes ou contraídas pela mãe nos primeiros meses de gravidez, à ingestão de medicamentos por esta no mesmo período e ainda à ação conjunta de alguns desses fatores.

Determinar a fase da gravidez em que as malformações se produzem implica estabelecer uma clara distinção entre embrião e feto. O período das oito semanas seguintes à fecundação corresponde ao estado embrionário. Nessa fase, a incipiente forma de vida adquire sua estrutura essencial e seus tecidos começam a definir-se e a distribuir-se.

A partir da oitava semana de gravidez o embrião se transforma em feto e nele se produz a progressiva e definitiva diferenciação dos tecidos, bem como o crescimento. Existem anomalias que se manifestam no feto, sobretudo nos olhos, no cérebro e no ouvido interno. É no estado embrionário, no entanto, que se produzem as malformações mais frequentes, muitas das quais só se manifestam anos mais tarde.

Quando o agente causal é genético, a malformação pode resultar de um gene dominante, caso em que se manifesta em todos os portadores, ou de um gene recessivo, que só produz efeitos quando transmitido por ambos os pais.

Um exemplo do primeiro caso é a acondroplasia ou nanismo, em que a cartilagem se transforma em osso e nessa mutação o crescimento f**a paralisado. Os portadores dessa malformação são vulgarmente conhecidos como anões. Apresentam movimentos rápidos e ágeis, passos curtos, intensa movimentação das mãos e inteligência viva. As extremidades superiores e inferiores f**am muito curtas, mas conservam normais as demais dimensões.

Entre os defeitos congênitos de origem genética, são mais comuns aqueles que derivam de gene recessivo. Incluem albinismo, ou ausência do pigmento da pele e dos pêlos; microcefalia, processo em que o cérebro não se desenvolve plenamente; hemofilia, patologia do sangue que impede a coagulação; e muitas outras enfermidades de tipo metabólico.

Há defeitos comuns, como a luxação congênita do quadril, que não se explicam por ação de um único gene, mas cuja transmissão decorre do acúmulo de vários genes. Essa herança é frequente em algumas famílias e também se registra em descendentes de casamentos consangüíneos.

Um defeito congênito também pode ser causado por mutações espontâneas, ou seja, por alterações súbitas no código hereditário de um gene. Além disso, também são possíveis anomalias cromossômicas na divisão celular. Devem-se a elas a maior parte dos casos em que se dá a morte do feto, que são também responsáveis por outros defeitos relativamente comuns, como o mongolismo, ou síndrome de Down, que decorre de um defeito na divisão cromossômica.

Entre as doenças maternas que produzem anomalias congênitas estão a toxoplasmose, que na forma congênita acomete o sistema nervoso e causa coriorretinite, com consequente cegueira, e a rubéola, que contraída no início da gestação acarreta defeitos graves para o embrião.

Produtos farmacêuticos também podem provocar defeitos congênitos, como ocorreu com a talidomida, medicamento que na década de 1960 fez nascerem crianças sem braços e pernas. A radiação, se afeta células que estão se dividindo ativamente, também pode ocasionar mutações.

24/01/2019

REACÇÕES TRANSFUSIONAIS IMEDIATAS

A transfusão é um fato que ocasiona benefícios e riscos possíveis ao receptor. A despeito da indicação precisa e administração correta, algumas reações às transfusões podem acontecer.

Assim, é imprescindível que todos os profissionais abrangidos na prescrição e administração de hemocomponentes sejam capacitados a imediatamente identif**ar e empregar táticas adequadas para resolução e precaução de novos episódios de reação transfusional.

O evento destas reações está unif**ado a diferentes causas, dentre os quais fatores de carga da equipe hospitalar como falhas de identif**ação de pacientes, porções ou produtos, emprego de insumos inadequados, fatos incluídos ao receptor e/ou doador como existência de anticorpos irregulares que não tenham sido detectados em te**es pré-transfusionais de rotina.

A reação transfusional é, assim, toda e qualquer intercorrência que aconteça como resultado da transfusão sanguínea, durante ou após sua administração. As reações transfusionais podem ser dispostas em imediatas (até 24 horas) ou tardias (depois de 24 horas da transfusão), imunológicas e não imunológicas.

REAÇÃO FEBRIL NÃO HEMOLÍTICA

Mais comum das transfusões do concentrado de hemáceas, multiparas ou politransfundidas. Está relacionado com presença de anticorpos do receptor contra antígeno leucocitário da unidade transfundida.
Causa febre, acompanhada de tremores ou não e calafrios (rubor, cefaleia, náuseas). Nesse caso, suspende-se a transfusão imediatamente e não deve ser mais reinfundido. É uma reação benigna, deve ser anotada no prontuário, deve ser tratada com antitérmico e o médico deve ser comunicado imediatamente.

REAÇÃO URTICARIFORME

Ocorre em qualquer componente que tenha plasma, aumento do prurido cutâneo e urticária, pode ocorrer:

• Edema de laringe;
• Dificuldade respiratória;
• Cianose;
• Dispneia;
• Ansiedade;
• Dor retroesternal;
• Suspender a transfusão imediatamente;
• Comunicar médico assistente;
• Dependendo do edema da laringe se faz necessário uso O2.

REAÇÃO ANAFILÁTICA

Ocorrem sintomas gastrointestinais (náuseas, dor abdominal, vômito) ocorrendo severa hipotensão com lipotimia, ainda pode ocorrer arritmia cardíaca, tosse, dispneia e urticária. Recomenda-se interromper imediatamente a transfusão e infundir solução salina; podem ser usados epinefrina, anti-histamínicos e corticoides conforme orientações médicas.

A contaminação bacteriana

Nesses casos, a fonte é o próprio doador podendo ser da própria pele, no ato da punção venosa ou uma bacteremia não detectada na triagem clínica. Pode ocasionar choque, coagulação intramuscular e pode evoluir para óbito.
Suspender transfusão, e deve ser feito amostra da bolsa e receptor para realização cultura. Antibioticoterapia + terapia do choque, coagulação e IRA se presente.

A sobrecarga circulatória

Insuficiência cardíaca congestiva é mais observada em idosos ou pacientes cardiopatas (dispneia, cianose, tosse, hipotensão, taquicardia, intolerância ao decúbito dorsal). Nesses casos, o sangue deve ser infundido o mais lento possível no prazo de quatro horas, devendo o paciente f**ar em decúbito elevado + oxigênio + diurético.

A lesão pulmonar relacionada à transfusão

Deve ser considerado que todo receptor pode desenvolver IPA (edema agudo pulmão, edema pulmonar bilateral, taquicardia, febre, hipotensão e cianose) Suspender imediatamente a transfusão. Suporte ventilatório e O2.

24/01/2019

PRIMEIROS SOCORROS EM CASOS DE HEMORRAGIA

As hemorragias podem ser causadas por diversos fatores que devem ser identif**ados posteriormente, mas é vital que seja controlada para garantir o bem-estar imediato da vítima até chegar socorro médico profissional de emergência.

No caso de hemorragias externas é importante evitar a saída excessiva de sangue e, para isso, é recomendado que seja feito o garrote e, quando não é possível, colocar um pano limpo em cima da lesão e realizar pressão até que a assistência médica chegue no local. Já no caso das hemorragias internas, é importante que os primeiros socorros sejam feitos rapidamente para evitar o agravamento do quadro clínico da pessoa.

A primeira coisa a se fazer é verif**ar qual o tipo de hemorragia, se interna ou externa e, assim, iniciar os primeiros socorros.

1. Hemorragia interna

No caso de hemorragia interna, em que não se vê o sangue, mas há alguns sintomas sugestivos, como sede, pulso progressivamente mais rápido e fraco e alterações da consciência, é recomendado:
- Verif**ar o estado de consciência da pessoa, acalmá-la e mantê-la acordada;
- Desapertar a roupa da pessoa;
- Deixar a vítima aquecida, uma vez que é normal que em caso de hemorragia interna haja sensação de frio e tremores;
- Colocar a pessoa em posição lateral de segurança.

Após essas atitudes, é recomendado ligar para a assistência médica e permanecer ao lado da pessoa até que seja socorrida. Além disso, é recomendado não dar comidas ou bebidas para a vítima, pois ela pode engasgar ou vomitar, por exemplo.

2. Hemorragia externa

Nesses casos, é importante identif**ar o local da hemorragia, colocar luvas, acionar a assistência médica e iniciar o procedimento de primeiros socorros:
- Deitar a pessoa e colocar uma compressa esterilizada ou um pano lavado no local da hemorragia, exercendo uma pressão;
- Caso o pano fique muito cheio de sangue, é recomendado que sejam colocados mais panos e não retirar os primeiros;
- Fazer pressão no ferimento por pelo menos 10 minutos.

É indicado que seja feito, também, um garrote que tem como objetivo diminuir o fluxo de sangue para a região do ferimento, diminuindo a hemorragia. O garrote pode ser de borracha ou feito de forma improvisada com um pano, por exemplo, e deve ser colocado alguns centímetros acima da lesão.

Além disso, se a lesão estiver localizada no braço ou na perna, recomenda-se manter o membro elevado para diminuir a saída de sangue. Caso esteja localizada no abdômen e não seja possível fazer o garrote, recomenda-se colocar um pano limpo na lesão e realizar pressão.

É importante que não se retire o objeto que pode estar encravado no local da hemorragia, além de não ser recomendado lavar a ferida ou dar algo para a pessoa comer ou beber.

24/01/2019

SISTEMA ENDÓCRINO

O Sistema Endócrino é o conjunto de glândulas responsáveis pela produção dos hormônios que são lançados no sangue e percorrem o corpo até chegar aos órgãos-alvo sobre os quais atuam.

Junto com o sistema nervoso, o sistema endócrino coordena todas as funções do nosso corpo. O hipotálamo, um grupo de células nervosas localizadas na base do encéfalo, faz a integração entre esses dois sistemas.

GLÂNDULAS DO SISTEMA ENDÓCRINO

As glândulas endócrinas estão localizadas em diferentes partes do corpo: hipófise, tireoide e paratireoides, timo, suprarrenais, pâncreas e as glândulas se***is.

1. HIPÓFISE

A hipófise está localizada no centro da cabeça, logo abaixo do cérebro. Produz diversos hormônios, entre eles, o hormônio do crescimento. É considerada a glândula mestre do nosso corpo, pois estimula o funcionamento de outras glândulas, como a tireoide e as glândulas se***is.

O excesso da produção desse hormônio causa o gigantismo (crescimento exagerado) e a falta provoca o nanismo. Outro hormônio produzido pela hipófise é o antidiurético (ADH), substância que permite ao corpo economizar água na excreção (formação da urina).

2. TIREOIDE

A tireoide está localizada no pescoço, produz a tiroxina, hormônio que controla a velocidade do metabolismo celular, na manutenção do peso e do calor corporal, no crescimento e no ritmo cardíaco.

O hipertireoidismo, funcionamento exagerado da tireoide, acelera todo o metabolismo: o coração bate mais rápido, a temperatura do corpo f**a mais alta do que o normal, a pessoa emagrece por gastar mais energia.

Esse quadro favorece o aparecimento de doenças cardíacas e vasculares, pois o sangue circula com mais pressão. Se não tratada pode provocar o surgimento do bócio (inchaço no pescoço), e também a exoftalmia (olhos saltados).

O hipotireoidismo é quando a tireoide trabalha menos e produz menos tiroxina. Assim, o metabolismo se torna mais lento, algumas regiões do corpo f**am inchadas, o coração bate mais vagarosamente, o sangue circula mais lentamente, a pessoa gasta menos energia, tende a engordar e as respostas físicas e mentais tornam-se mais lentas e se não tratada pode ocorrer o bócio.

3. PARATIREOIDES

As paratireoides são quatro pequenas glândulas, localizadas atrás da tireoide, que produzem o paratormônio, hormônio que regula a quantidade de cálcio e fósforo no sangue. A diminuição desse hormônio reduz a quantidade de cálcio no sangue e faz com que os músculos se contraiam violentamente.

Esse sintoma é chamado de tetania, pois é semelhante ao que ocorre em pessoas com tétano. Por sua vez, o aumento da produção desse hormônio, transfere parte do cálcio para o sangue, de modo que enfraquece os ossos, tornando-os quebradiços.

4. TIMO

O timo está situado entre os pulmões. Produz um hormônio que atua na defesa do organismo do recém-nascido contra infecções. Nessa fase, apresenta um volume acentuado, crescendo normalmente até a adolescência, quando começa a atrofiar. Na idade adulta diminui de tamanho, pois tem suas funções reduzidas.

5. SUPRARENAIS

As glândulas suprarrenais situam-se acima dos rins e produzem a adrenalina, hormônio que prepara o corpo para a ação. Os efeitos da adrenalina no organismo são:
- Taquicardia: o coração dispara e impulsiona mais sangue para as pernas e braços, aumentando a capacidade de correr ou de se exaltar em situações tensas;
- Aumento da frequência respiratória e da taxa de glicose no sangue, liberando mais energia para as células;
- Contração dos vasos sanguíneos da pele, de modo que o organismo envia mais sangue para os músculos esqueléticos e, por isso, f**amos “pálidos de susto” e também “gelados de medo”.

6. PÃNCREAS

O pâncreas é uma glândula mista pois além de hormônios (insulina e o glucagon) produz também o suco pancreático, que é lançado no intestino delgado e desempenha importante papel na digestão.

A insulina controla a entrada da glicose nas células (onde será utilizada na liberação de energia) e o armazenamento no fígado, na forma de glicogênio.

A falta ou a baixa produção de insulina provoca o diabetes, doença caracterizada pelo excesso de glicose no sangue (hiperglicemia).

O glucagon funciona de maneira oposta à insulina. Quando o organismo f**a muitas horas sem se alimentar, a taxa de açúcar no sangue cai muito e a pessoa pode ter hipoglicemia, que gera a sensação de fraqueza, tontura, levando, em muitos caso, ao desmaio.

Nesse caso o pâncreas produz o glucagon, que age no fígado, estimulando a "quebra" do glicogênio em moléculas de glicose. Por fim, a glicose é enviada para o sangue normalizando a hipoglicemia.

7. GLÂNDULAS SE***IS

As glândulas se***is são os ovários e os testículos, que fazem parte do sistema reprodutor feminino e do sistema reprodutor masculino respectivamente.

Os ovários e os testículos são estimulados por hormônios produzidos pela hipófise. Assim, enquanto os ovários produzem o estrogênio e a progesterona, os testículos produzem diversos hormônios, entre eles a testosterona, responsável pelo aparecimento das características se***is secundárias masculinas: barba, voz grave, ombros volumosos etc.

09/01/2019

Metacarpo

01/11/2018

Um Jovem estava na barbearia
a cortar o cabelo.
De repente entrou
uma Jovem muito
linda e o Jovem
que estava ser
cortado o cabelo
diz:
- Moça boa tarde,
estás bem?
A Moça responde:
- Estou.
O Jovem:
- Posso convidá-te pra irmos ao
cinema?
A Moça:
- Não posso.!
O Jovem:
Porquê?
A Moça:
Porque tenho marido.
O Jovem:
- teu Marido deve ser fusco.
Farrosco. Pobre muito Feio yha e
sem qualidade! Diz no seu marido
que vais dormir em
casa duma prima.
A Moça:
Não vai dar, porque o meu
marido é este que está te cortar o
cabelo... Hhhhhhhhh
Se vc fosse o Barbeiro q farias?
Kkkkkkkk

06/03/2018

Bisturis

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B° Boa Esperança
Kuito
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941451146

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