A Joana Molho

A Joana Molho Ilustradora e linomaker que semeia amor e flores para te sentires bem contigo própria

Faltam 3 dias para os 31.Não sei se é da idade ou se é simplesmente de estar mais atenta, mas cada vez sinto que o tempo...
01/10/2026

Faltam 3 dias para os 31.
Não sei se é da idade ou se é simplesmente de estar mais atenta, mas cada vez sinto que o tempo passa depressa demais. As pequenas coisas ganham outra dimensão e os momentos com as pessoas que mais gostamos tornam-se cada vez mais especiais.

As conversas, uma tarde tranquila de domingo, brincadeiras que surgem no dia a dia, uma palavra de conforto sempre que precisamos, um abraço bem apertadinho e claro, celebrar tudo o que a vida tem para nós.

É isso que quero celebrar nestes 3 dias. E celebração não é celebração sem uma Party na shop ilustrada. Até ao meu aniversário, tens automaticamente 20% OFF na tua ilustração favorita na shop com o código: PARTY

Vai até ao link da bio, agora, e desfruta 💙

Depois dos 31, acaba a PARTY.
E continuamos juntas 🌹

Há uma coisa que nunca se consegue pôr num currículo: a forma como fazemos uma pessoa sentir-se.Este Natal vou estar num...
17/09/2026

Há uma coisa que nunca se consegue pôr num currículo: a forma como fazemos uma pessoa sentir-se.

Este Natal vou estar num mercado físico e, pela primeira vez, estou à procura de alguém para estar comigo ao meu lado. Não procuro apenas alguém que saiba vender, procuro uma pessoa que goste de pessoas.

Que goste de conversar, que saiba ouvir, que seja atenciosa, empática e despachada quando for preciso. Que consiga perceber quando alguém está à procura daquele presente especial, mesmo sem saber muito bem o que procura. Para mim, atendimento personalizado é isto.

Não é entregar um s**o e dizer “obrigada, boas festas”. É olhar para quem está à nossa frente e tentar ajudar da melhor forma.

🎄 A colaboração será no Mercado de Natal na zona de Matosinhos.

Os dias e horários são flexíveis e serão combinados contigo, por isso podes candidatar-te mesmo que não tenhas disponibilidade para o mês inteiro.

Se és comunicativa, gostas deste universo de ilustração e presentes e achas que podias ser a pessoa certa para estar comigo neste Natal, quero conhecer-te. No formulário vais poder contar-me um bocadinho sobre ti, dizer-me a tua disponibilidade e, deixar o teu currículo (mesmo que não tenhas experiência em vendas, acredito que tudo se aprende).

👀 Candidata-te através do link na bio.

P.S. Se pensaste em alguém que seria perfeita para isto… envia-lhe este post.

Chegou o momento de teres a tua ilustração favorita ou até mesmo, a  t-shirt de algodão que andas a "namorar" há tempos ...
12/08/2026

Chegou o momento de teres a tua ilustração favorita ou até mesmo, a t-shirt de algodão que andas a "namorar" há tempos 💙

São os últimos 2 dias para usufruires de 15% de desconto na loja online (excepto nas ilustrações personalizadas). Somente precisas de adicionar no checkout a palavra secreta: SUMMER15.

O desconto aplica de imediato. Sem mínimos de compras.

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Todos os anos acontece a mesma coisa. Os dias f**am maiores. As roupas f**am mais leves e as praias enchem-se. E, de rep...
17/06/2026

Todos os anos acontece a mesma coisa. Os dias f**am maiores. As roupas f**am mais leves e as praias enchem-se. E, de repente, milhões de mulheres voltam a ouvir a mesma mensagem: "Prepara o teu corpo para o verão."

Como se o verão fosse um exame e o corpo uma candidatura.
Como se existisse uma versão aceitável de nós que ainda não chegou.

Perder peso, tonif**ar, definir, corrigir, melhorar.
É curioso.
Nunca ouvimos falar de um sorriso de verão. De uma amizade de verão. De uma memória de verão.

Mas ouvimos falar constantemente de um corpo de verão. O conceito de "corpo de verão" é uma das campanhas de marketing mais bem sucedidas de sempre.

Não venderam apenas produtos. Venderam a ideia de que não estamos prontas.
Venderam a ideia de que precisamos de mais tempo, mais disciplina. Venderam a ideia de que o nosso corpo é um projeto que nunca termina. O mais doloroso é que muitas mulheres acreditaram.

Há mulheres que passam meses a preparar um corpo que já estava preparado para viver. Preparado para mergulhar, para dançar, para amar, para criar memórias, para sentir o sol na pele.

Mas, em vez disso, passam o verão a observarem-se. A esconderem-se nas fotografias. A compararem-se. A pensar na barriga enquanto estão na praia. A pensar nas pernas enquanto caminham. A pensar no corpo enquanto a vida acontece.

O corpo não é o lugar onde a vida espera. É o lugar onde a vida acontece.
A maior revolução deste verão não é transformares o teu corpo. Talvez seja parar de o tratar como um problema para resolver.

Não existe corpo de verão. Existe um corpo. E existe verão.
E nenhum dos dois precisa de pedir autorização para existir.

linhas soltas [pequenas revoluções]
Isto também é liberdade.

Episódio 7

Durante muito tempo, fui esta mulher: a que concordava quando queria discordar. A que dizia "não faz mal" quando fazia. ...
15/06/2026

Durante muito tempo, fui esta mulher: a que concordava quando queria discordar. A que dizia "não faz mal" quando fazia. A que engolia opiniões para evitar conflitos. A que guardava sentimentos para não incomodar ninguém. A que se adaptava a tudo.

E durante anos achei que estava a ser compreensiva, que estava a escolher as minhas batalhas. Mas muitas vezes, estava apenas a tentar garantir que continuavam a "gostar de mim". Quando crescemos a valorizar aprovação, começamos a fazer negociações silenciosas.

Não dizemos o que pensamos.
Não pedimos o que precisamos.
Não demostramos o que sentimos.
Não ocupamos o espaço que merecemos e aos poucos vamos desaparecendo.
Não de uma vez, mas em pequenas porções diárias.

Uma opinião que f**a por dizer, um limite que f**a por colocar, um desconforto que f**a por expressar, uma parte de nós que f**a para trás. Até chegar um momento em que já nem sabemos muito bem quem somos sem essa adaptação constante.

Talvez esta seja uma das coisas mais difíceis de admitir: há mulheres que não têm medo de ser elas próprias, mas sim das consequências. Medo de desiludir, medo de criar desconforto, medo de não serem escolhidas, medo de deixar de pertencer.

Hoje acho que nenhuma relação saudável exige que uma pessoa se diminua para existir. Nenhuma amizade verdadeira pede silêncio em troca de aceitação. Nenhuma mulher devia precisar de se tornar mais pequena para caber na vida de alguém.

E uma coisa que o crescimento nos dá é exatamente isto:
parar de fazer de conta que não temos opinião, parar de pedir desculpa por existir, parar de confundir adaptação com autenticidade.

Há uma diferença enorme entre ser gentil e "desaparecer". E eu demorei muitos anos a perceber isso.

Nem toda a gente vai gostar, mas talvez essa seja precisamente a prova de que finalmente estamos a ocupar o nosso lugar.

Que parte de ti tens escondido para continuares a ser aceite?

Linhas Soltas - episódio 6

Há uma coisa que me inquieta profundamente: a quantidade de mulheres que passa mais tempo a avaliar o próprio corpo do q...
10/06/2026

Há uma coisa que me inquieta profundamente: a quantidade de mulheres que passa mais tempo a avaliar o próprio corpo do que a habitá-lo.

Talvez o verão torne isto impossível de ignorar porque o expõe pele. Mas também inseguranças e de repente, o corpo volta a ser tema... nas revistas, nas redes sociais, nas conversas, nos comentários aparentemente inocentes: "estás mais magra"; "estás mais cheiinha, mas também já não te via há algum tempo"; "estás ótima, quem me dera estar como tu".

O mais triste é que muitas vezes nem precisamos que alguém diga alguma coisa. Aprendemos tão bem a antecipar o julgamento que passamos a fazê-lo sozinhas. Olhamos para uma fotografia e procuramos defeitos. Olhamos para outra mulher e começamos a comparar. Olhamos para o espelho e pensamos imediatamente no que devia ser diferente. Como se o nosso corpo estivesse permanentemente em avaliação, como se fosse um projeto inacabado. Como se a sua principal função fosse ser observado. [e provavelmente seja esta a violência mais silenciosa: não a que vem dos outros, a que se instala dentro de nós].

Há mulheres que já não conseguem estar na praia sem pensar na barriga, usar um vestido sem pensar nas pernas, tirar uma fotografia sem pensar nos braços, dançar sem pensar como f**am, viver sem pensar em como parecem e isso rouba-nos coisas que nunca mais voltam. Rouba mergulhos, rouba fotografias a sorrir, rouba memórias, rouba verões inteiros.

Há mulheres que passaram anos a esperar pelo corpo certo para começarem a viver. Entretanto a vida aconteceu sem elas.

O corpo feminino não nasceu para ser um projeto público de opinião. Não existe para estar constantemente disponível para análise, comparação ou aprovação. Existe para criarmos a nossa própria história, para sentir o mar, para abraçar, para descansar, para dançar, para viver.

Uma das maiores revoluções que uma mulher pode fazer é esta: parar de olhar para o próprio corpo como um problema para resolver. Um dia vamos recordar os verões da nossa vida e duvido muito que a memória mais importante seja o tamanho que ocupávamos.

Quantas memórias já perdeste por estares demasiado ocupada a pensar em como o teu corpo parecia?

Nunca são os grandes momentos que f**am. São as coisas mais simples.O som das chinelas cheias de areia no regresso da pr...
09/06/2026

Nunca são os grandes momentos que f**am. São as coisas mais simples.

O som das chinelas cheias de areia no regresso da praia. O cabelo que nunca f**a exatamente igual depois de um dia de mar. A toalha estendida ao sol. O gelado que derrete antes de o conseguirmos terminar. A pele quente no final da tarde com a luz dourada do sol.

Há verões inteiros que cabem nestes detalhes.

Quando desenhei o lenço Amalfi, não pensei apenas numa cidade italiana. Estava a pensar nessas memórias que f**am guardadas sem fazermos esforço para as guardar. As que aparecem meses depois, quando encontramos uma fotografia esquecida no telemóvel ou sentimos um cheiro que nos leva imediatamente para outro lugar.

Talvez seja por isso que gosto tanto de transformar as ilustrações em algo que podemos usar no nosso dia a dia. Sem nos apercebermos começam a fazer parte das nossas memórias, dos momentos mais importantes e do que f**a para sempre.
Servem para nos lembrar de quem fomos, onde estivemos e de como nos sentimos em determinado momento.

🍋 Amalfi, aquele momento em que decidimos desfrutar dos pequenos momentos e transformamos em grandes memórias.

🇵🇹 Edição Limitada e 100% portuguesa.
Garante o teu pelo LINK da bio e ainda ganhas um postal exclusivo.

Quando penso nos verões que f**aram na minha memória, raramente me lembro dos planos. Não me lembro da lista de coisas q...
07/06/2026

Quando penso nos verões que f**aram na minha memória, raramente me lembro dos planos. Não me lembro da lista de coisas que queria fazer, nem dos sítios que marquei no mapa, nem das fotografias perfeitas.

Lembro-me de sensações.

Da pele quente depois de um dia inteiro na praia, do cheiro característico do protetor solar, do vento a levantar um lenço, de um gelado que derreteu demasiado depressa com o calor, de conversas sem destino enquanto o sol desaparecia lentamente, do piquenique ao pôr do sol. O cabelo ao vento das tardes passadas a pedalar até à praia, das limonadas feitas por nós e das pausas ao sol na varanda para sentir a natureza.

É curioso como passamos grande parte do ano a correr atrás do próximo objetivo e, depois, as memórias que mais nos acompanham nascem, quase sempre, de momentos simples.

Momentos que não serviam para nada, momentos que não eram produtivos, momentos que ninguém iria aplaudir. Acho que é por isso que o verão é tão leve.

Ele traz de volta uma versão de nós mesmas que convida a regressar à natureza, às sensações, ao aproveitar o momento do agora. Que deixa espaço para o acaso quando metemos os pés na areia.

O lenço Amalfi nasceu precisamente dessa sensação. Das cidades à beira-mar, das cores aquecidas pelo sol, das tardes sem relógio, das histórias que não cabem numa fotografia, mas f**am guardadas no coração para sempre.

E provavelmente a verdadeira riqueza deste verão não está nos planos que vais cumprir. Talvez esteja nos momentos que ainda não sabes que vais recordar daqui a dez anos. Isto também é liberdade.

Agora conta-me, quais memórias de verão ainda guardas contigo?

AMALFI 🍋  Onde o verão sabe a sal, limão e liberdade.Pés na areia.Cabelo ao sabor do vento.Pele salgada do mar.Um gelado...
04/06/2026

AMALFI 🍋 Onde o verão sabe a sal, limão e liberdade.

Pés na areia.
Cabelo ao sabor do vento.
Pele salgada do mar.
Um gelado a derreter mais depressa por causa do sol.

Inspirado na energia solar da costa italiana, o lenço Amalfi foi criado para acompanhar dias de luz dourada, viagens lentas e mulheres, como nós, que gostam de levar as histórias de verão consigo no coração.

É uma edição Limitada de Verão.
As primeiras 10 recebem o postal Summer. E ainda podes ganhar o Tote Bag em compras iguais ou superiores a €45.

A primeira cidade foi Amalfi. Qual será a próxima?

💙 Escolhe o teu Amalfi em Céu Azul ou o Cherry Bloom no LINK da Bio.

Vamos semear mais Liberdade, hoje e sempre 🌹🌹🌹A Liberdade não é um dado adquirido.É um exercício diário. Um gesto consci...
02/06/2026

Vamos semear mais Liberdade, hoje e sempre 🌹🌹🌹

A Liberdade não é um dado adquirido.
É um exercício diário. Um gesto consciente. Uma escolha que se repete.

É a liberdade de sair à rua sem medo. De rir alto. De pensar por conta própria. De discordar. De criar. De ser.

Porque a liberdade traz amor.
E ninguém sobrevive sem este dueto.

Semear liberdade é um ato de coragem. E também de esperança.

Hoje.
E sempre.
Pela nossa Liberdade 🌹

P.S. O Art Print Liberdade sai à Rua chegou à Shop ilustrada. Escolhe o teu favorito pelo Link da bio.

Endereço

Póvoa De Varzim
4490-000 — 4490-999, 4494-909, 4495-001 — 4495-613, 4496-903, 4750-010 — 4

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