Mariah Tebús

Mariah Tebús Founded by Mariah, whose research in art therapy for inclusion inspires our work, we believe in art's power to connect and transform.

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24/02/2026

Existe uma ideia muito perigosa no mundo corporativo: a de que as pessoas não crescem porque não se esforçam o suficiente.

Na prática, quase nunca é isso.

A maioria dos profissionais que chega até mim já estudou, já trabalhou duro, já entregou resultado. Ainda assim, se sente travada, invisível ou andando mais devagar do que deveria.

O que falta não é esforço.
É diagnóstico.

Existe um modelo que explica que as dificuldades humanas normalmente vêm de quatro tipos de barreiras:

🚩A barreira mental — quando a pessoa não acredita que consegue.
🚩A barreira emocional — quando o medo, a ansiedade ou a insegurança impedem o movimento.
🚩A barreira ambiental — quando faltam recursos, acesso, networking ou apoio político.
🚩A barreira processual — quando a pessoa simplesmente não sabe como fazer.

Quando trazemos isso para carreira, tudo f**a muito claro.

Tem profissional competente que não cresce porque duvida de si mesmo.
Tem profissional preparado que evita visibilidade por medo de julgamento.
Tem gente boa que não tem capital social dentro da empresa.
E tem gente esforçada que nunca aprendeu estratégia de posicionamento.

🚨E aqui está o ponto mais importante:

Esforço não resolve barreira errada.

Se o problema é político, trabalhar mais não resolve.
Se o problema é emocional, fazer mais cursos não resolve.
Se o problema é mental, receber oportunidade não resolve.
Se o problema é estratégico, talento sozinho não resolve.

É por isso que eu ensino jogo corporativo.

Porque carreira não é só competência.
É percepção, confiança, posicionamento e leitura de contexto.

As pessoas não f**am travadas porque são ruins.
Elas f**am travadas porque ninguém ensinou qual barreira elas precisam quebrar.

E quando você identif**a isso, o crescimento deixa de ser um mistério e passa a ser um processo. Eu te guio por esse processo, e com clareza você vai conseguir chegar onde quer com um passo a passo claro. Comenta 217 e descubra como.

23/02/2026

O ator Eric Dane, que morreu após lutar contra a esclerose lateral amiotróf**a, deixou uma entrevista à Netflix para ser publicada após a sua morte. Leia mais e veja o vídeo pelo link nos comentários

📷 Netflix

✌🏽
19/02/2026

✌🏽

Quando alguém te pede desculpas, o que te convence: falar bonito ou assumir o impacto e sustentar a mudança?

Sinceridade costuma aparecer em três marcas: reconhecer o impacto, nomear o erro com clareza e ajustar a conduta depois, de um jeito observável. Palavra ajuda quando vem como consequência de responsabilidade.

Com Taís Araujo – Sou imbatível! Estou na lista de maiores fãs há 12 meses seguidos. 🎉
16/02/2026

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Com Fredy Costa – Sou imbatível! Conquistei o distintivo de Ébanizado durante 10 meses seguidos. 🎉
31/01/2026

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🙃😉
16/01/2026

🙃😉

💡🧠

🦾
18/12/2025

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A sociedade de mercado, gostemos ou não, produz ressentimento de forma quase inevitável. Isso acontece porque ela se estrutura a partir da comparação constante. Há pessoas mais capazes do que outras, mais inteligentes, mais bonitas, mais bem-sucedidas. Hoje está na moda repetir que “todo mundo é legal”, que todos são igualmente bons, mas ninguém acredita de verdade nisso. No fundo, todos sabem que é uma mentira conveniente.

Para compreender o ressentimento, é preciso lembrar da própria vida. Todo mundo já conviveu com alguém que era melhor em alguma coisa. Na escola, no trabalho, na vida social. Alguém que se destacava mais, que parecia ter mais facilidade, mais reconhecimento. A reação espontânea, muitas vezes, não é admiração, mas raiva. Dizer que isso não acontece é hipocrisia travestida de bons sentimentos.

Vivemos num mundo que se apresenta como cheio de empatia, acolhimento e virtude. Um mundo tão repleto de bons sentimentos que, em tese, as pessoas deveriam andar pelas ruas se abraçando. Mas, na prática, esses discursos muitas vezes funcionam como marketing moral. Quando levados às últimas consequências, revelam relações profundamente desiguais disfarçadas de empoderamento mútuo, quando na verdade reproduzem dependência, exploração e ressentimento.

O ressentimento nasce justamente desse choque entre o que se acredita merecer e o que se tem. Quando alguém encarna aquilo que julgamos impossível ou injusto, o incômodo se intensif**a. A pessoa não é apenas competente, ela é competente demais. Não é apenas feliz, é feliz demais. Isso se torna insuportável.

Há um filme que ilustra bem essa dinâmica. Nele, um vendedor de carros simples, já com mais de cinquenta anos, é extremamente bem-sucedido no trabalho, querido pelos clientes e, além disso, feliz na vida pessoal. Toda sexta-feira, leva flores para a esposa, com quem está casado há décadas. O chefe, um homem amargurado, divorciado várias vezes, não suporta aquilo. Ele se convence de que aquela felicidade é falsa, que algo está errado, que aquela mulher “não pode existir”.

Movido pelo ressentimento, o chefe passa a perseguir o funcionário até demiti-lo. A demissão lhe traz alívio, como se tivesse finalmente desmascarado uma farsa. Mas o ressentimento não se encerra ali. Algum tempo depois, ele reencontra o ex-funcionário, agora dono de uma loja própria, ainda mais feliz e bem-sucedido. O homem o abraça e agradece, dizendo que, graças à demissão, teve coragem de fazer o que sempre quis.

Essa cena revela algo profundamente perturbador. Não há humilhação maior do que não odiar quem nos odeia. Não há afronta mais radical do que agradecer a quem nos perseguiu. O ódio exige fidelidade, mais até do que o amor. Maquiavel já observava que o ódio é mais duradouro, mais constante, mais exigente. O amor precisa ser cultivado; o ódio está sempre presente.

O filme não é uma história motivacional comum. Ele expõe uma exceção, não a regra. A maioria das pessoas não reage ao ressentimento com superação. A maioria não transforma a dor em mudança. A maioria não é tão feliz assim. Justamente por isso, o ressentimento é tão difundido.

O ressentimento é essa sensação corrosiva de que se merecia mais, de que o mundo foi injusto. Quando encontramos alguém que parece ter aquilo que nos falta, o sentimento se intensif**a. Se a pessoa ainda for arrogante, isso oferece algum alívio moral. Mas quando ela é feliz, generosa e discreta, o ressentimento se torna insuportável.

Por isso, a sociedade contemporânea, organizada em torno da competição, do desempenho e da comparação constante, produz ressentimento em larga escala. Um ressentimento que alimenta o culto da vítima, da vulnerabilidade e da queixa permanente. Não como superação da dor, mas como forma de justif**ar a incapacidade de lidar com ela.

Transcrição feita e adaptada pelo Provocações Filosóf**as da fala de Luiz Felipe Pondé no trecho da palestra “Dor e mudança: a cultura da vitimização, em Maringá-PR, no Teatro Marista, no dia 12/07/2017.

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18/12/2025

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A pasta é verde, mas todos dizem que é vermelha. O que você responderia? Este vídeo é um poderoso teste sobre influência social e a coragem de defender a pró...

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26/11/2025

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10/11/2025
10/11/2025

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