Karina Costa Psicóloga

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Olá meu nome é Karina e sou Psicóloga na abordagem Terapia Cognitivo Comportamental e Obesidade e Emagrecimento na Terapia Cognitivo Comportamental – ambos pelo Protocolo de Oxford.

26/09/2026

“Eu perdi muito tempo.”

Essa é uma das dores mais presentes na fala das mulheres que eu atendo.

“Eu já sabia que não estava bom.”
“Eu podia ter feito alguma coisa antes.”
“Fiquei esperando os filhos crescerem.”
“Esperei ele mudar.”
“Achei que uma hora eu ia ter coragem.”

E talvez seja por isso que esse vídeo tão simples mostre algo tão importante.

Porque enquanto vc está vivendo, sempre parece existir um bom motivo pra esperar mais um pouco.

Só que os motivos mudam. O tempo passa e não volta.

Então, antes de dizer “vou esperar mais um pouco”, responde:

O que vc está esperando que mude?
Essa mudança é possível?
A outra pessoa também quer mudar?

Porque uma coisa é escolher f**ar.

Outra é continuar adiando e, daqui a alguns anos, perceber que vc continua vivendo a mesma coisa. Só que alguns anos mais velha.

Manda esse vídeo pra aquela amiga que vive dizendo: “é só uma fase” ou “mais pra frente eu vejo”.

Karina Costa | CRP 06/100176

“Eu não consigo” parece uma resposta.Mas não conseguir por medo é uma coisa.Por dinheiro é outra. Por causa dos filhos é...
24/09/2026

“Eu não consigo” parece uma resposta.

Mas não conseguir por medo é uma coisa.
Por dinheiro é outra.
Por causa dos filhos é outra.
Por ainda esperar que ele mude, outra.

Qdo vc coloca tudo dentro de “eu não consigo”, parece um problema enorme e sem saída.

Qdo entende o que faz vc voltar atrás, consegue pelo menos saber qual problema precisa olhar primeiro.

Karina Costa | CRP 06/100176

22/09/2026

Vc tenta conversar de outro jeito, coloca um limite, começa a se posicionar mais. Só que a resposta dele não é a que vc esperava.

E aí vc pensa: “Será que eu exagerei? Será que falei errado? Será que o problema sou eu?”

Pode ser que tenha alguma coisa sua pra rever. Mas por que olhar só pra isso?

Se vc colocou um limite e ele ficou bravo, tem duas coisas acontecendo: vc colocou um limite e ele ficou bravo com esse limite.

Se tentou conversar e ele não quis, vc pode pensar na forma como falou. Mas ele não querer conversar também diz alguma coisa.

Nem tudo precisa terminar em: “O que eu fiz de errado?”

Karina Costa | CRP 06/100176

19/09/2026

Esse mês faz quatro anos que eu me separei.

E hoje é muito fácil olhar pra trás e enxergar coisas que, qdo eu ainda estava vivendo aquela relação, não eram tão fáceis de ver.

Talvez vc tenha me ouvido e pensado: “Será que eu estou esperando um casamento que eu nunca tive?”, “Será que eu estou chamando de mudança coisas que deveriam ser normais?” ou “Será que eu estou dando conta de tudo porque aprendi que, se eu não fizer, ninguém faz?”.

Eu demorei pra entender que meu casamento não dar certo não signif**ava que eu tinha dado errado. Aquela relação não deu certo. Eu ainda podia dar certo.

E isso não signif**a que a resposta pra vc seja se separar. Mas talvez seja hora de parar de procurar a resposta só nele: se ele vai mudar, se vai melhorar, se dessa vez vai ser diferente. E começar a olhar pra vc.

Se vc está há meses ou anos tentando resolver essas mesmas questões sozinha, terapia pode ser um bom lugar pra começar. Não pra alguém decidir se vc f**a ou vai embora, mas pra vc entender o que está vivendo e o que quer fazer com isso.

Se quiser começar esse trabalho comigo, as informações estão no link do meu perfil.

Karina Costa | CRP 06/100176

17/09/2026

Infelizmente é verdade. O tempo passa. E com certeza é uma das coisas mais preciosas que vc tem.

Porque não é só tempo. É a sua vida acontecendo dentro dele. É vc envelhecendo, seus filhos crescendo, coisas que vc poderia estar vivendo, conhecendo, aprendendo, descobrindo.

E eu, por experiência própria, te digo: vc pode passar anos esperando alguém mudar sem ter nenhuma garantia de que isso vai acontecer.

Porque a mudança é dele.

Mas o tempo que vc coloca nessa espera é seu. E esse, depois que passa, ninguém devolve.

Karina Costa | CRP 06/100176

Na psicologia, a gente chama de ambivalência qdo duas vontades que parecem opostas convivem ao mesmo tempo.“Eu não aguen...
16/09/2026

Na psicologia, a gente chama de ambivalência qdo duas vontades que parecem opostas convivem ao mesmo tempo.

“Eu não aguento mais” e “talvez ele mude” podem existir juntas por muito tempo.

Só que, eqto vc tenta resolver essa dúvida olhando pro casamento e esperando alguma coisa dele, uma pergunta importante vai f**ando pra depois: o que vc quer pra sua vida hoje?

É isso que a gente começa a organizar no Ponto de Partida.

Se vc está vivendo assim, me chama no Direct com a palavra COMEÇAR.

Karina Costa | CRP 06/100176

11/09/2026

Pra mim, uma das coisas que mais pesou foi tudo que já tinha sido investido naquele casamento.

Não estou falando só de tempo.

Tinha uma família, um filho, uma casa, uma história, planos, dinheiro, tudo que eu já tinha tentado fazer dar certo.

E qdo vc olha pra tudo isso, sair não signif**a simplesmente terminar uma relação. Parece que vc está colocando em risco uma vida inteira que levou anos pra construir.

Mas ter muitos motivos pra não ir embora nem sempre é o mesmo que querer f**ar.

Filhos importam. Dinheiro importa. A história importa. O medo de se arrepender importa. O tanto que vc já tentou também.

A questão não é fingir que nada disso pesa.
É perceber o que está pesando.

Agora eu quero ouvir quem já passou ou está passando por isso.

Se vc já pensou em se separar e continuou, o que mais pesou pra vc f**ar?

E essa aqui pega mais forte: o que, de tudo isso, ainda faz vc querer estar aqui?

Karina Costa | CRP 06/100176

Eu era psicóloga. Tinha estudo, trabalho, dinheiro próprio, uma família que me apoiava. E eu fiquei.Não pq eu não soubes...
08/09/2026

Eu era psicóloga. Tinha estudo, trabalho, dinheiro próprio, uma família que me apoiava. E eu fiquei.

Não pq eu não soubesse o que estava acontecendo. Eu sabia.

E eu tentei. Falei, pedi, expliquei, por anos.

Só que saber o que está acontecendo não signif**a conseguir fazer alguma coisa com o que vc sabe.

E por mto tempo eu esperei que alguma coisa mudasse sem precisar mudar a minha posição dentro daquela história.

Acho que uma das coisas mais importantes que eu aprendi foi olhar pro que eu chamava de “dar conta”.

Pq eu dava conta de mta coisa.

Inclusive de continuar vivendo de um jeito que já não estava bom pra mim.

E talvez seja por isso que hoje eu entenda tão bem uma mulher que chega até mim dizendo:

“Eu sei que não está bom. Eu só não sei o que fazer com isso.”

Foi pra esse momento que eu criei o Ponto de Partida.

Uma sessão pra entender o que está acontecendo com vc dentro dessa relação e encontrar por onde começar.

Ele está no destaque aqui do perfil.

E se tem uma coisa que eu gostaria que vc levasse da minha história é essa:

“Às vezes, dar conta tb é o jeito que a gente encontra de continuar numa situação que já precisava ser percebida.”

Agora eu quero saber de vc: em que parte dessa história vc se reconheceu?

Karina Costa | CRP 06/100176

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