26/09/2026
📸 Fotografar é, de alguma forma, dizer: eu vi.
Vi um movimento, um sorriso, uma superação. Vi pessoas vivendo um sonho e transformando cada instante em algo que merecia ser guardado.
Hoje, na Casa do Baile, na Pampulha, o “Todo Mundo Pode Dançar” foi muito mais do que um evento. Foi daqueles momentos que lembram a gente do verdadeiro valor de estar presente.
E talvez seja justamente isso que mais gosto na fotografia: poder viver o momento e, ao mesmo tempo, ter a sensibilidade de perceber aquilo que um dia vai fazer falta.
O vídeo guarda o movimento.
A fotografia guarda o instante.
E a memória dá sentido a tudo isso.
No Setembro Verde, quando falamos sobre inclusão e sobre enxergar pessoas para além de qualquer deficiência, registrar também é uma forma de dar visibilidade a histórias, talentos e sonhos que merecem ser vistos.
Porque no fim, a gente não fotografa apenas o que aconteceu.
A gente fotografa aquilo que não quer esquecer. 📸