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Kunhinguika.tech "Inovação e tecnologia para transformar o futuro!"�. Soluções inteligentes para empresas e pessoas.

08/03/2026

Feliz Março Mulher💙❤️

Hoje não foi apenas uma aula de Arduino… foi um momento de construção de futuros.Entre fios, códigos, erros, tentativas ...
06/03/2026

Hoje não foi apenas uma aula de Arduino… foi um momento de construção de futuros.

Entre fios, códigos, erros, tentativas e muita curiosidade, vimos nascer algo maior que um simples circuito: vimos jovens a aprender a transformar ideias em tecnologia.

Na Kunhinguika acreditamos que inovação não nasce apenas em grandes laboratórios, mas também em pequenas salas cheias de vontade de aprender, partilhar conhecimento e criar soluções para o nosso país.

Cada sensor ligado, cada linha de código escrita e cada dúvida resolvida é um passo para formar criadores, engenheiros e inovadores africanos.

Hoje programamos placas… amanhã vamos programar o futuro.

🚀 Kunhinguika Technology
Construindo mentes que constroem o amanhã.

Hoje não foi apenas uma aula de Arduino… foi um momento de construção de futuros.Entre fios, códigos, erros, tentativas ...
06/03/2026

Hoje não foi apenas uma aula de Arduino… foi um momento de construção de futuros.

Entre fios, códigos, erros, tentativas e muita curiosidade, vimos nascer algo maior que um simples circuito: vimos jovens a aprender a transformar ideias em tecnologia.

Na Kunhinguika acreditamos que inovação não nasce apenas em grandes laboratórios, mas também em pequenas salas cheias de vontade de aprender, partilhar conhecimento e criar soluções para o nosso país.

Cada sensor ligado, cada linha de código escrita e cada dúvida resolvida é um passo para formar criadores, engenheiros e inovadores africanos.

Hoje programamos placas… amanhã vamos programar o futuro.

🚀 Kunhinguika Technology
Construindo mentes que constroem o amanhã.
João Miranda Japão

A Kunhinguika Technology foi convidada a integrar o projecto “O Futuro Industrial” uma iniciativa de jovens para jovens ...
14/02/2026

A Kunhinguika Technology foi convidada a integrar o projecto “O Futuro Industrial” uma iniciativa de jovens para jovens com diversas oficinas do saber.
Não foi apenas uma palestra, não foi apenas um workshop, foi um despertar.

Na oficina de Robótica, assumimos a responsabilidade de ir além da transmissão de conhecimento técnico. Fomos para impactar. Para provocar consciência. Para mostrar que o futuro não está fora, o futuro é Angola. E começa agora.
Falámos sobre decisões. Sobre como a escolha de hoje redefine o amanhã. Partilhámos experiências reais, erros que cometemos e caminhos que teriam sido diferentes se, na nossa época, tivéssemos tido uma oportunidade como aquela. Porque conhecimento não é apenas teoria é vivência, é direcção.
Apresentámos os fundamentos dos sistemas automáticos, explicámos como nasce um sistema robusto, introduzimos o Arduino, sensores, motores e os principais componentes que transformam ideias em soluções reais.
Mas não ficaram a assistir.
Criaram.
Testaram.
Erraram.
Ajustaram.
Construíram.
Porque na Kunhinguika acreditamos que a prática não complementa a teoria ela dá-lhe vida.
Levamos projectos reais, incluindo um sistema automático de selecção de metal e não metal com braço robótico. Utilizámos materiais recicláveis para provar algo essencial: inovação não começa com recursos abundantes, começa com mentalidade.
Uma das maiores preocupações dos alunos era: “Como começar se não temos condições?”
Mostrámos que é possível.
Com criatividade.
Com lógica.
Com visão.
Ensinámos que aquilo que muitos chamam de “lixo” pode ser matéria-prima para a imaginação. Que cada objecto à nossa volta pode ser parte de uma solução. Que limitação não é o fim, é o ponto de partida para quem decide pensar diferente.
Mais do que formar participantes, ajudámos a despertar criadores, mais do que ensinar tecnologia, activámos mentalidades.
Porque o futuro industrial de Angola não será importado. Será construído pelas mãos dos seus próprios jovens.
E nós estamos aqui para garantir que eles saibam como começar.
🇦🇴

🇦🇴𝗔𝗻𝗴𝗼𝗹𝗮 𝗹𝗶𝗴𝗮-𝘀𝗲 𝗮𝗼 𝗰é𝘂: 𝗮 𝗲𝘀𝘁𝗮çã𝗼 𝗱𝗲 𝘀𝗮𝘁é𝗹𝗶𝘁𝗲𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗽𝗿𝗼𝗺𝗲𝘁𝗲 𝘁𝗿𝗮𝗻𝘀𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮𝗿 𝗮 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗿𝗻𝗲𝘁 𝗻𝗼 𝗽𝗮í𝘀.Quando o sol nasce sobre a Zo...
15/10/2025

🇦🇴𝗔𝗻𝗴𝗼𝗹𝗮 𝗹𝗶𝗴𝗮-𝘀𝗲 𝗮𝗼 𝗰é𝘂: 𝗮 𝗲𝘀𝘁𝗮çã𝗼 𝗱𝗲 𝘀𝗮𝘁é𝗹𝗶𝘁𝗲𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗽𝗿𝗼𝗺𝗲𝘁𝗲 𝘁𝗿𝗮𝗻𝘀𝗳𝗼𝗿𝗺𝗮𝗿 𝗮 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗿𝗻𝗲𝘁 𝗻𝗼 𝗽𝗮í𝘀.

Quando o sol nasce sobre a Zona Económica Especial de Luanda-Bengo, o reflexo metálico das grandes antenas parabólicas da nova estação terrestre da Eutelsat OneWeb brilha no horizonte. À primeira vista, parecem esculturas futuristas apontadas para o vazio. Mas para muitos angolanos, essas antenas apontam para algo mais tangível: um futuro com acesso real à internet.

Inaugurada oficialmente em junho de 2025, a estação é considerada um marco tecnológico sem precedentes em Angola e um símbolo do esforço do país para reduzir a exclusão digital que ainda separa milhões de cidadãos do mundo online.

Trata-se da primeira infraestrutura do género em território angolano e uma das poucas no continente africano com capacidade para conectar-se diretamente à constelação de satélites de órbita terrestre baixa (LEO) da Eutelsat OneWeb.

Uma ligação direta ao espaço

As novas antenas da Eutelsat estão ligadas a uma rede de mais de 600 satélites que orbitam a cerca de 1.200 km da Terra, muito abaixo da altitude dos satélites geoestacionários tradicionais, que operam a cerca de 36 mil km.

Essa diferença é essencial. Quanto mais próximo o satélite, menor a latência, ou seja, o tempo que os dados demoram a ir e voltar. O resultado prático: vídeos que não travam, ligações estáveis e transmissões mais rápidas, mesmo em áreas sem fibra óptica.

Em entrevista à imprensa durante a inauguração, Christopher McLaughlin, diretor de Relações Institucionais da Eutelsat OneWeb, descreveu o projeto como “um dos pilares para democratizar o acesso digital no sul de África”.

“A conectividade via satélite de baixa órbita não é o futuro — é o presente. Com esta estação, Angola passa a ter o controlo local de uma infraestrutura capaz de levar internet de alta qualidade a qualquer canto do país, do Namibe ao Cuando Cubango.”

O retrato de um país conectado pela metade

Os números ajudam a compreender a dimensão do desafio.
Segundo dados do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), cerca de 12 milhões de angolanos — pouco menos de metade da população — têm acesso à internet.

Nas áreas urbanas, especialmente em Luanda, a cobertura 4G supera 80%. Mas, nas províncias interiores como Bié, Moxico e Cuando Cubango, menos de 20% dos habitantes conseguem uma conexão estável.

A lacuna é agravada por fatores estruturais:

Distâncias geográficas imensas e estradas precárias encarecem a instalação de fibra óptica.

Custos elevados de energia e manutenção tornam as operadoras relutantes em expandir suas redes.

E, por fim, a desigualdade económica limita o acesso, já que o custo médio de um pacote de internet em Angola ainda representa mais de 5% do rendimento mensal médio, segundo dados da UIT (União Internacional de Telecomunicações).

A nova estação da Eutelsat OneWeb foi construída com a intenção de superar essas barreiras físicas e económicas, utilizando o céu como caminho mais curto para a inclusão digital.

Uma infraestrutura de classe mundial

Com investimento estimado em 15 milhões de dólares, a estação terrestre ocupa uma área de aproximadamente 5.000 metros quadrados dentro da Zona Económica Especial de Luanda-Bengo.
O complexo inclui antenas de rastreamento de alta precisão, centros de processamento de dados, redundância energética e sistemas de refrigeração sustentáveis, todos operando segundo os padrões Tier III internacionais.

O projeto foi desenvolvido pela Eutelsat Group em parceria com o INACOM (Instituto Angolano das Comunicações) e contou com suporte técnico de empresas locais e internacionais, entre elas a Paratus Group, responsável pela integração com a infraestrutura de fibra óptica nacional.

“A estação não apenas recebe dados dos satélites — ela é também o coração da rede”, explica Maria do Carmo Neto, engenheira de telecomunicações do MINTTICS.
“Tudo o que chega do espaço passa por aqui antes de seguir para os provedores nacionais. É o elo entre o céu e o utilizador final.”

Segundo informações técnicas divulgadas pela empresa, cada antena pode processar até 10 gigabits por segundo de tráfego, com latência média inferior a 70 milissegundos, valor comparável a conexões de fibra urbana.

Internet além da cidade

A principal promessa da nova infraestrutura é expandir a cobertura de internet de alta velocidade para áreas que nunca foram servidas por fibra.

No município de Cuito Cuanavale, por exemplo, escolas e unidades de saúde dependem de ligações 3G instáveis e caras. Com a ativação da rede Eutelsat OneWeb, o governo prevê conectar mais de 1.500 instituições públicas — entre escolas, hospitais e administrações municipais — até o final de 2026.

João Domingos, professor de ciências numa escola do Bié, vê nisso uma esperança real:

“Quando a internet cai, eu não consigo acessar materiais didáticos ou partilhar aulas com os alunos. Se conseguirmos uma ligação estável, não é apenas tecnologia — é oportunidade.”

A tecnologia LEO da Eutelsat OneWeb oferece velocidades que podem ultrapassar 150 Mbps por terminal, o suficiente para ensino à distância, telemedicina, e serviços de e-governança.

Para as empresas, significa também novos horizontes para o comércio digital, agricultura inteligente e indústria de dados. “Uma pequena empresa em Huambo poderá exportar software ou vender produtos online com a mesma eficiência que alguém em Lisboa”, afirmou António da Silva, analista da startup angolana WiConnect.

O impacto regional

A localização estratégica de Angola também é peça central neste projeto.
Com a estação em Luanda-Bengo, o país passa a integrar a malha de infraestrutura de telecomunicações da África Austral, podendo fornecer conectividade não apenas para o território nacional, mas também para países vizinhos, como Namíbia, Zâmbia e República Democrática do Congo.

O Corredor do Lobito, que vem sendo desenvolvido como rota logística e tecnológica, será beneficiado diretamente, pois poderá abrigar redes de fibra e hubs de dados alimentados pelo sinal da OneWeb.

De acordo com o Banco Mundial, projetos de infraestrutura digital integrados ao Corredor do Lobito podem aumentar o PIB da região em até 2,5% nos próximos cinco anos, ao melhorar a comunicação e reduzir custos de operação.

Soberania digital e segurança de dados

Além da conectividade, há também um fator de soberania envolvido.
Antes, grande parte do tráfego de dados por satélite passava por estações fora do país — em Portugal, África do Sul ou Quénia — o que aumentava custos e diminuía o controlo sobre informações estratégicas.

Com a nova estação, Angola passa a controlar localmente a infraestrutura crítica que faz a ponte entre o espaço e a sua rede nacional.
Para especialistas em cibersegurança, isso é um avanço importante na autonomia tecnológica e na proteção dos dados nacionais.

“Ter o controlo físico e técnico da entrada e saída de dados é uma questão de soberania”, comenta Fernando Pacheco, consultor em políticas digitais.
“Angola dá um passo firme para assegurar que o seu tráfego digital não dependa exclusivamente de infraestruturas externas.”

Desafios no horizonte

Apesar do otimismo, os especialistas lembram que o sucesso do projeto depende de fatores complementares.
A expansão da rede elétrica, a formação de técnicos locais e a redução de custos de acesso serão determinantes para que o impacto da estação se torne real no quotidiano das comunidades.

O governo, através do Plano Nacional de Transformação Digital 2023-2027, promete investir mais de 150 milhões de dólares na expansão de fibra e programas de capacitação em TIC, para assegurar que a conectividade via satélite se traduza em progresso social.

A Eutelsat, por sua vez, anunciou planos de construir duas novas estações terrestres secundárias no Huambo e no Lubango até 2026, reforçando a rede e ampliando a cobertura nacional.

🚀 O céu já não é o limite, é o caminho da nova Angola digital!
A nova estação de satélites promete levar internet de qualidade a todos os cantos do país, conectar escolas, hospitais e abrir portas para novas oportunidades. 💻✨

Mas e tu, achas que essa revolução vai mesmo chegar a todos? 🤔

💬 Comenta a tua opinião, partilha com orgulho e mostra que Angola também sabe sonhar alto! 🇦🇴🌐.

🌊 𝗖𝗵𝗶𝗻𝗮 𝘀𝘂𝗯𝗺𝗲𝗿𝗴𝗲 𝘀𝗲𝗿𝘃𝗶𝗱𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗻𝗼 𝗼𝗰𝗲𝗮𝗻𝗼: 𝗼 𝗻𝗼𝘃𝗼 𝗺𝗲𝗿𝗴𝘂𝗹𝗵𝗼 𝗱𝗮 𝘁𝗲𝗰𝗻𝗼𝗹𝗼𝗴𝗶𝗮 𝗻𝗼 𝗳𝘂𝘁𝘂𝗿𝗼 𝗱𝗮 𝗲𝗻𝗲𝗿𝗴𝗶𝗮Por Redação GlobalTech | Kunhin...
14/10/2025

🌊 𝗖𝗵𝗶𝗻𝗮 𝘀𝘂𝗯𝗺𝗲𝗿𝗴𝗲 𝘀𝗲𝗿𝘃𝗶𝗱𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗻𝗼 𝗼𝗰𝗲𝗮𝗻𝗼: 𝗼 𝗻𝗼𝘃𝗼 𝗺𝗲𝗿𝗴𝘂𝗹𝗵𝗼 𝗱𝗮 𝘁𝗲𝗰𝗻𝗼𝗹𝗼𝗴𝗶𝗮 𝗻𝗼 𝗳𝘂𝘁𝘂𝗿𝗼 𝗱𝗮 𝗲𝗻𝗲𝗿𝗴𝗶𝗮

Por Redação GlobalTech | Kunhinguika Press – Reportagem Especial, Outubro de 2025

💡 𝐔𝐦 𝐧𝐨𝐯𝐨 𝐜𝐚𝐩í𝐭𝐮𝐥𝐨 𝐧𝐨 𝐟𝐮𝐧𝐝𝐨 𝐝𝐨 𝐦𝐚𝐫

Nas profundezas calmas do Mar da China Meridional, algo extraordinário repousa sob as ondas: centros de dados inteiros, cápsulas de aço e tecnologia que abrigam os cérebros digitais da nova era.

A China acaba de inaugurar o primeiro centro de dados comercial subaquático do mundo, uma aposta ousada para resfriar servidores com a água do mar e reduzir drasticamente o consumo de energia.

O que parece ficção científica está se tornando realidade e pode mudar o rumo da computação mundial. 🌍

⚙️ 𝐀 𝐜𝐨𝐫𝐫𝐢𝐝𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐨 𝐟𝐫𝐢𝐨 𝐞 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐞𝐧𝐞𝐫𝐠𝐢𝐚

Centros de dados (os famosos data centers) são os pulmões da internet: guardam tudo o que fazemos online, fotos, vídeos, IA, bancos, nuvem e até este post que você está lendo.

Mas eles consomem quase 2% de toda a eletricidade mundial, segundo a Agência Internacional de Energia.
E boa parte desse gasto vai apenas para um inimigo invisível: o calor.

A China quer transformar o mar em seu aliado.

> 🗣️ “𝘼 á𝙜𝙪𝙖 𝙙𝙤 𝙢𝙖𝙧 é 𝙤 𝙢𝙚𝙡𝙝𝙤𝙧 𝙖𝙧-𝙘𝙤𝙣𝙙𝙞𝙘𝙞𝙤𝙣𝙖𝙙𝙤 𝙣𝙖𝙩𝙪𝙧𝙖𝙡 𝙙𝙖 𝙏𝙚𝙧𝙧𝙖”, 𝙖𝙛𝙞𝙧𝙢𝙖 𝙕𝙝𝙤𝙪 𝙈𝙞𝙣𝙜, 𝙚𝙣𝙜𝙚𝙣𝙝𝙚𝙞𝙧𝙤-𝙘𝙝𝙚𝙛𝙚 𝙙𝙤 𝙥𝙧𝙤𝙟𝙚𝙩𝙤 𝙚𝙢 𝙃𝙖𝙞𝙣𝙖𝙣.
“𝙀𝙨𝙩𝙖𝙢𝙤𝙨 𝙩𝙧𝙖𝙣𝙨𝙛𝙤𝙧𝙢𝙖𝙣𝙙𝙤 𝙤 𝙤𝙘𝙚𝙖𝙣𝙤 𝙚𝙢 𝙪𝙢 𝙖𝙡𝙞𝙖𝙙𝙤 𝙙𝙖 𝙘𝙤𝙢𝙥𝙪𝙩𝙖çã𝙤.”

🌊 𝐀 𝐟𝐨𝐫𝐭𝐚𝐥𝐞𝐳𝐚 𝐝𝐢𝐠𝐢𝐭𝐚𝐥 𝐬𝐮𝐛𝐦𝐞𝐫𝐬𝐚

O módulo inicial, instalado em Hainan, pesa cerca de 1.300 toneladas e repousa a 35 metros de profundidade.
Dentro dele, centenas de servidores trabalham 24 horas por dia, conectados por cabos de energia e fibra óptica.

A cápsula é totalmente selada, resistente à pressão e à corrosão, e usa o próprio oceano para dissipar o calor sem precisar de ar-condicionado, nem de água doce.

Resultado: até 90% menos energia gasta com refrigeração. ⚡

🌱 𝐔𝐦 𝐟𝐮𝐭𝐮𝐫𝐨 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐞 𝐞 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐟𝐫𝐢𝐨

Com o crescimento da inteligência artificial e da computação em nuvem, o consumo energético global dos data centers tende a dobrar até 2030.
Esse novo sistema pode ser a resposta.

Estima-se que o centro subaquático de Hainan economize mais de 120 milhões de quilowatts-hora por ano, energia suficiente para abastecer 60 mil casas.
E boa parte dessa energia vem de parques eólicos marítimos, tornando o sistema quase autossustentável.

🌎 𝐍ã𝐨 é 𝐢𝐝𝐞𝐢𝐚 𝐧𝐨𝐯𝐚, 𝐦𝐚𝐬 é 𝐨 𝐩𝐫𝐢𝐦𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐨 𝐫𝐞𝐚𝐥

A Microsoft já havia testado algo parecido entre 2018 e 2020, no projeto Natick, na Escócia.
O resultado foi animador: 8 vezes menos falhas e ótimo resfriamento.

Mas o projeto ocidental foi apenas experimental.
A China, agora, leva a ideia à escala comercial e quer dominar essa nova fronteira tecnológica.

⚠️ 𝐎𝐬 𝐝𝐞𝐬𝐚𝐟𝐢𝐨𝐬 𝐝𝐚𝐬 𝐩𝐫𝐨𝐟𝐮𝐧𝐝𝐞𝐳𝐚𝐬

O oceano é eficiente, mas não é gentil.
A corrosão, a manutenção complexa e o risco de impactos ambientais ainda preocupam cientistas.

Biólogos monitoram possíveis efeitos do calor liberado sobre a vida marinha.
Até agora, os te**es mostram impacto mínimo, mas o tema ainda é estudado com cautela.

> 🐠 “É uma dança entre progresso e prudência”, diz Liang Jun, bióloga marinha.
“𝐀 𝐢𝐧𝐨𝐯𝐚çã𝐨 é 𝐟𝐚𝐬𝐜𝐢𝐧𝐚𝐧𝐭𝐞, 𝐦𝐚𝐬 𝐨 𝐨𝐜𝐞𝐚𝐧𝐨 é 𝐮𝐦 𝐞𝐜𝐨𝐬𝐬𝐢𝐬𝐭𝐞𝐦𝐚 𝐝𝐞𝐥𝐢𝐜𝐚𝐝𝐨.”

📊 𝐄𝐦 𝐧ú𝐦𝐞𝐫𝐨𝐬

📍 Profundidade: ~35 metros
⚙️ Peso por módulo: 1.300 toneladas
⚡ Economia de energia: até 90%
🏡 Energia economizada: 120 milhões kWh/ano
💧 𝐔𝐬𝐨 𝐝𝐞 á𝐠𝐮𝐚 𝐝𝐨𝐜𝐞: 0 litros
🚀 𝐏𝐫𝐞𝐯𝐢𝐬ã𝐨: 100 módulos até 2027


🤖 𝐎 𝐟𝐮𝐭𝐮𝐫𝐨 𝐬𝐮𝐛𝐦𝐞𝐫𝐬𝐨 𝐝𝐚 𝐭𝐞𝐜𝐧𝐨𝐥𝐨𝐠𝐢𝐚

Enquanto o mundo busca o espaço, a China mergulha, literalmente em busca de um futuro digital mais limpo e eficiente.

Silenciosamente, sob as ondas, nascem os “cérebros frios” da humanidade: servidores que funcionam longe do calor e do caos, guardando o que move nossa civilização — os dados.

📢 Reflexão final:
Talvez o futuro da tecnologia não esteja nas nuvens…
Mas sim, nas profundezas do mar.

💬 E você, o que acha dessa inovação?
Será o início de uma nova era digital?
Deixe sua opinião 👇 e compartilhe essa matéria se também acredita num futuro mais verde e inteligente. 🌍💡

07/04/2025

🚨tecnologia 🚨

Automação na Agricultura: O Futuro Está nas Nossas Mãos – Mesmo à Distância!

A tecnologia está transformando o campo. Hoje, com sistemas de automação agrícola e controle remoto, é possível monitorar e operar tratores, irrigação, drones, sensores de solo e clima – tudo isso sem sair do escritório ou de casa.

Essa revolução não só aumenta a produtividade e reduz custos, como também garante uma gestão mais sustentável dos recursos naturais.

Investir em automação é investir em eficiência, precisão e inovação.
A agricultura inteligente já é uma realidade!

.0

Kunhinguika.tech vem por este meio felicitar o nosso colega de trabalho o excelentíssimo engenheiro Epifánio Pimentel po...
01/04/2025

Kunhinguika.tech vem por este meio felicitar o nosso colega de trabalho o excelentíssimo engenheiro Epifánio Pimentel por mais uma resonha primavera. Feliz aniversário ❤️
Epifânio Pimentel

Sendo startup ligada a tecnologia   Então decidimos transformar a imagem do nosso colega João Japão e a sua mãeMamy❤️e o...
01/04/2025

Sendo startup ligada a tecnologia
Então decidimos transformar a imagem do nosso colega João Japão e a sua mãe
Mamy❤️e o Engenheiro Japão

31/03/2025

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