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ENGENHEIRO CONTRARIA ORIGINALIDADE DA AUTORIA DO SOFTWARE DE PERDIDOS E ACHADOSA questão da autoria do software de local...
04/05/2022

ENGENHEIRO CONTRARIA ORIGINALIDADE DA AUTORIA DO SOFTWARE DE PERDIDOS E ACHADOS
A questão da autoria do software de localização de documentos perdidos e achados, poderá colocar em pé-de-guerra o engenheiro angolano Marcos Mussungo e a Associação Juventude 2025, organização não governamental sem fins lucrativos que também reclama direitos de concepção desse aplicativo informático.
Após a publicação pelo Jornal de Angola, no dia 20 de Agosto de 2020, de uma matéria que dava conta da concepção e lançamento pela Associação Juventude 2015 do software, Marcos Mussungo reagiu, considerando " cópia grotesca e vergonhosa” da sua criação. Em entrevista ao Jornal de Angola, o engenheiro reclama a autoria do software. Segundo Marcos Mussungo, a Associação Juventude 2025 que se auto-intitula autora do projecto "agiu de má fé, ao apresentar um produto de que tem consciência não ser seu”.

"Partilhei links do meu projecto, com muita gente. Fiz um vídeo que foi ao ar e participei no concurso de Tecnologias da Unitel em 2019, já com a segunda versão do projecto. Lí o conteúdo da publicação do Jornal de Angola e espantou-me ver que é igualzinho ao meu projecto. Em face disso, gostaria de confrontar a Associação, que se diz autora da aplicação, para explicar desde quando e como começou a desenvolver o aplicativo ", rematou o engenheiro.Marcos Mussungo diz acreditar na existência de uma fuga de informação e de dados, a julgar pelo facto do programa estar disponível na Internet, há mais de três anos.

Desenvolvido a partir de 2017, na Federação Russa, onde Marcos Mussungo concluiu a formação superior em Engenharia Informática, o software denominado "Angodoc” foi concebido, inicialmente, na linguagem Python, que permite a localização de documentos extraviados na via publica, através de uma aplicação.

O aplicativo, que ao ser usado, representará uma mais-valia para os utentes e instituições, como Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, e Direcção Nacional de Viação e Trânsito, serviu como projecto de defesa de final de curso do engenheiro angolano de 29 anos. "Ninguém mente o computador. Por isso, vamos ver os arquivos, pois se a Associação Juventude 2025 realmente começou a desenvolver o projecto na altura que afirma, então os registos devem existir com a data de 2016 e podemos verificar”, desafiou Marcos Massungo.

O engenheiro não acredita numa possível coincidência de ideias, pois, em seu entender, teria de haver algumas diferenças nas funcionalidades do aplicativo. "A Associação Juventude 2025 anunciou o lançamento no mês de Agosto, mas até agora não aconteceu. Um projecto dessa envergadura, ainda que tenha um único programador, não leva tanto tempo para ser desenvolvido”, alertou. Ao que tudo indica, a Associação Juventude 2025 não tinha o projecto concluído, disse Marcos Massunga, que se considera o criador do "software Angodoc”.

Mussungo afirma que quando regressou a Angola, em 2019, contactou a "Inventa Angola”, no sentido de registar a aplicação, mas razões de ordem financeira inviabilizaram a intenção."Nunca tive desejo de obter contrapartidas financeiras com a aplicação. Quero oferecer ao público ou instituições de utilidade pública esse instrumento digital, como única retribuição e reconhecimento pelo país que me proporcionou a formação”, disse a propósito.



EXTRATOS DA ENTREVISTA CONCEDIDA AO JORNAL DE ANGOLA PELO ENGENHEIRO FLÁVIO BARROS“O futuro é tecnológico e é hoje”Flávi...
03/05/2022

EXTRATOS DA ENTREVISTA CONCEDIDA AO JORNAL DE ANGOLA PELO
ENGENHEIRO FLÁVIO BARROS
“O futuro é tecnológico e é hoje”
Flávio Stephane Nombo Barros é co-fundador da empresa MoceDesenhos, cuja sede
está localizada na África do Sul. Na conversa que o jovem manteve com o suplemento
Fim-de-Semana do Jornal de Angola, a terra que o viu nascer, Cabinda, não ficou
esquecida. O seu trabalho em computação pode ser o que mais sobressai perante o
público, mas é na criação de programas que Flávio Stephane Nombo Barros navega
como peixe na água. ”
Como decidiu abraçar o ramo da informática?
Desde pequeno sempre fui fascinado por tecnologia. Sempre quis saber como funciona
a lógica por trás de cada funcionalidade e o uso da mesma para criar soluções para
problemas diários. A curiosidade em aprender estimula o meu coração, expande a
minha mente, aumenta a minha visão em relação às possibilidades ilimitadas do mundo
e tudo se tornou uma jornada de que "quanto mais profundo chego, mais quero
aprender”.
Qual é a área em que o Flávio trabalha actualmente, em termos de plataformas
digitais?
Sendo desenvolvedor sénior e com várias formações, tenho o privilégio de ser flexivél,
ou seja, tudo depende do trabalho que a demanda exige. Mas, digo que nestes últimos
anos me foquei bastante em desenvolvimento de aplicativos mobile por causa da
demanda no mercado e dos meus trabalhos pessoais.
Para a maioria das pessoas que trabalham no ramo da informática é um sonho
criar softwares de aplicações. É mesmo um sonho ou não é bem assim?
Depende da área da informática, mas digo que para os desenvolvedores sim. É,
principalmente, criar softwares ou plataformas digitais que realmente ajudem as
pessoas e eliminem problemas diários.
O trabalho de um jovem angolano é valorizado e igualmente reconhecido em
Angola?
Falando da área em que me especializo (IT), infelizmente ainda não. O nosso país não
tem feito investimentos no IT e estamos muito abaixo, se comparados com os demais
países da região. É o futuro em termos tecnológicos, pois estamos em frequente
ameaça digital. Se não tivermos o que é nosso, vamos buscar o que se está a vender e
teremos custos. Entenda que quando você pede para criar, também dá a porta de
entrada, o que é bastante perigoso para as nossas instituições públicas e privadas.
A Engenharia está cada vez mais cosmopolita e cada vez mais atractiva para as
novas gerações. Como comenta?
Sim, concordo. É algo inevitável, com o desenvolvimento e o avanço do mundo em si.
A Engenharia Informática está na moda. Por quê?
Porque o futuro é tecnológico e o futuro é hoje. O mundo ainda está em choque pelos
acontecimentos de 2020 e ainda está a recuperar do impacto recebido. Foi necessário
um ano como 2020 para muitas comunidades, empresas e países perceberem a
importância das novas tecnologias de informação e comunicação. Os países com mais
implementações tecnológicas sofreram menos impacto em termos de facilitação da vida,
em meio a pandemia. Por esta razão, também a demanda de engenheiros informáticos
aumentou mundialmente. Hoje, temos quase o mundo inteiro a trabalhar a partir de casa
com tecnologia e através de tecnologia.
Qual é a sua mensagem para os jovens que pretendem seguir as suas pegadas?
Não desistam e nem desanimem. Hoje sou eu, amanhã será você. Em muitos
desenvolvedores, que querem ajudar o país, eu sei que existe o medo da exposição das
suas ideias ou da criação por razões de segurança e falta de pessoas ou entidades
certas em quem confiar o seu projecto. Mas não desanimem. Sejam firmes e constantes.
Juntem-se aos que já têm feito alguma coisa e a quem te apoia. Estude constantemente,
pratique diariamente e pense como alguém que precisa, porque o objectivo não é a
fama, mas sim ser efectivo. Não é fácil, dentro do nosso país, mas é por isso que
precisamos de vocês.



01/05/2022

Antes que o dia termine. Feliz dia 1° de Maio, dia do trabalhador à todos profissionais da Engenharia

A ACTUALIDADE DA FORMAÇÃO EM ENGENHARIA NO NOSSO PAÍSSegundo o secretário de Estado para o Ensino Superior, Eugénio Silv...
01/05/2022

A ACTUALIDADE DA FORMAÇÃO EM ENGENHARIA NO NOSSO PAÍS
Segundo o secretário de Estado para o Ensino Superior, Eugénio Silva. "Das 63 instituições do ensino superior que formam engenheiros em Angola, umas apresentam excelentes condições e garantem uma formação com alguma qualidade, mas outras a qualidade é questionável”, afirmou em declarações à Televisão Pública de Angola. Eugénio Silva disse que em Angola, como na maior parte dos Estados africanos ainda se formam poucos engenheiros, menos do que aqueles que os países precisam para garantir o seu desenvolvimento sustentável. "A oferta formativa do ensino superior é constituída em cerca de 60% por cursos nos ramos das ciências sociais, humanas, educação e artes e letras. Precisamos de incrementar a formação de profissionais nas engenharias, tecnologias e ciências da saúde”, defendeu Eugénio Silva.



01/05/2022

Estimados Técnicos e Engenheiros angolanos, saudações.
Criamos esta página com o intuito de divulgar trabalhos de Técnicos Profissionais e Engenheiros Nacionais (desde a informática, construção, arquitectura, electricidade, telecomunicações, mecânica e vários outros domínios). Podem enviar conteúdos inerentes ao tema: Textos, imagens e vídeos no nosso contacto do WhatsApp. Poderemos de acordo um cronograma divulgar os trabalhos que nos serão enviados, após sensura. Com isso queremos ajudar no crescimento dessa comunidade que ainda é pequena no nosso país.
Obs: As imagens devem ser nítidas (qualidade).

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